<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-18226186</id><updated>2011-04-21T21:19:52.899+01:00</updated><title type='text'>resumos de estratégias</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://resumoestrategias.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18226186/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resumoestrategias.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Marta Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12291120473094430073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>17</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18226186.post-114975522199962026</id><published>2006-06-08T08:56:00.000+01:00</published><updated>2006-06-09T09:01:22.263+01:00</updated><title type='text'>Aula nº 21 - Comunicação de crise</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Na política usa-se muito a &lt;a href="http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2002/06/29997.shtml"&gt;manipulação&lt;/a&gt;, principalmente, com o objectivo de ganhar as eleições. Sempre que há um problema, o assessor manipula, transforma a realidade a seu favor.&lt;br /&gt;Já numa empresa, sobretudo numa &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.noruega.org.br/business/goods/consumer.htm"&gt;empresa de bens de consumo&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;, negar o problema é ainda pior. O que a empresa deve fazer sempre é assumir o erro. A &lt;strong&gt;verdade&lt;/strong&gt; e a &lt;strong&gt;transparência&lt;/strong&gt; são duas palavras decisivas na &lt;strong&gt;comunicação de crise&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Martins Lampreia, “crise é cada situação ou evento que requer acção imediata para impedir um potencial impacto negativo sobre uma organização ou sobre os seus interlocutores”. &lt;span style="font-size:85%;"&gt;(1)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;Perante uma crise (algo que sucede e não estava previsto), a empresa tem duas formas de reagir:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.inpresspni.com.br/servicos/gerenciamento/programas/programas.shtm"&gt;Comunicação de crise&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;. Ou seja, assumir o erro, o que acaba por fragilizar muito o protagonista;&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;Mentira/ manipulação/ fuga&lt;/strong&gt;. Queimar o adversário pode ser mais razoável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na política, sempre que não há provas evidentes, é possível negar, excepto quando está em perigo a saúde e bem-estar das pessoas.&lt;br /&gt;Mas as empresas de bens de consumo não conseguem reagir através da manipulação. Até porque numa situação de &lt;a href="http://www.comunicarte.com.br/at_com_cri.htm"&gt;crise&lt;/a&gt;, essencialmente nesta área, a comunicação social e a opinião pública colocam-se sempre do lado do consumidor/vítima. &lt;strong&gt;Negar só vai potenciar os ânimos negativos&lt;/strong&gt; contra essa empresa.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Ao surgir uma crise, ninguém sabe como resolvê-la. Isto é certo. Igualmente certo é que o modo como a empresa enfrentará a situação condicionará de modo determinante a possibilidade de gerir eficaz e sucessivamente a crise e influenciará de modo determinante o impacto que a crise terá sobre os negócios a médio e longo prazo.&lt;br /&gt;A experiência demonstrou que, por mais grave que seja uma situação de crise, é possível, para a empresa envolvida, limitar os danos, demonstrar fidedignidade e responsabilidade social, salvaguardar as relações com os interlocutores-chave internos e externos.”&lt;/em&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;(2)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Quando uma empresa enfrenta uma &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.luispaixaomartins.net/arquivo03portascrise.htm"&gt;situação de crise&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;, deve &lt;strong&gt;saber como reagir&lt;/strong&gt;. Um &lt;strong&gt;pessimista&lt;/strong&gt; pensa que tal situação é uma &lt;strong&gt;calamidade&lt;/strong&gt;. Por sua vez, um &lt;strong&gt;optimista&lt;/strong&gt; tenta &lt;strong&gt;resolver a situação&lt;/strong&gt; enfrentando o problema. “Um optimista vê uma oportunidade em cada calamidade, um pessimista vê uma calamidade em cada oportunidade”, Winston Churchill.&lt;br /&gt;A comunicação de crise incentiva a pensar que a crise pode ser uma hipótese da empresa ganhar nova vida. Perante uma crise, pode haver sempre uma &lt;strong&gt;oportunidade&lt;/strong&gt; e existem casos de empresas que mudaram de nome depois de passarem por uma situação destas.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Para gerir eficazmente uma crise, é necessário saber adaptar-se a um contexto extraordinário, imprimir a própria reacção com fortes valores de natureza ética, resistir aos instintos defensivos e considerar os possíveis desenvolvimentos da situação e as possíveis consequências das nossas acções, quer a curto, quer a médio e longo prazo.”&lt;/em&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;(3)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A &lt;a href="http://www.galeazzi.com.br/gestao_crise.asp"&gt;gestão da crise&lt;/a&gt; implica a sua própria &lt;strong&gt;preparação&lt;/strong&gt;. Há empresas de grande dimensão, onde se fazem simulacros de comunicação de crise, com o objectivo de testar se tal está bem preparado para quando realmente acontecer. A comunicação de crise pode nunca ser feita, no entanto, deve estar preparada.&lt;br /&gt;Isto é também um bom negócio para as empresas de &lt;a href="http://www.portal-rp.com.br/bibliotecavirtual/relacoespublicas/empresasecases/buscas.htm"&gt;relações públicas&lt;/a&gt;, uma vez que são estas que ajudam a preparar a comunicação de crise.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“A simulação da crise permite verificar e validar o plano da crise, os procedimentos e os sistemas de resposta previamente organizados, fornecendo as indicações para as eventuais modificações ou adaptações que se tornem adequadas.&lt;br /&gt;A repetição anual de simulações de crise, combinadas com exercícios de emergência que são normalmente conduzidos junto dos estabelecimentos ou instalações, permitirá manter viva a atenção e o nível de preparação.”&lt;/em&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;(4)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;&lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u74043.shtml"&gt;Atentado de 11 de Março de 2004:&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;O Governo, na altura conduzido por &lt;a href="http://www.cidob.org/bios/castellano/lideres/a-065.htm"&gt;Aznar&lt;/a&gt;, tentou usar os &lt;a href="http://semiramis.weblog.com.pt/arquivo/2004/03/a_espanha_e_o_t.html"&gt;atentados&lt;/a&gt; aos comboios em Espanha para reforçar a vantagem que tinha sobre o adversário e voltar a ganhar as eleições. Para isso, culpou a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/ETA"&gt;ETA&lt;/a&gt; por esta catástrofe. Uma hora depois a ETA negou (sendo que a ETA reivindica sempre os atentados que faz). Nos jornais, pela manhá, a ETA era acusada pelo &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Atentados_de_11_de_MarÃ§o_de_2004_em_Madrid"&gt;atentado&lt;/a&gt;, mas à noite já havia rumores de que tinha sido uma organização islâmica – tal não foi provado e o Governo continuou a acusar a organização espanhola.&lt;br /&gt;A três dias das eleições, o PP (partido que estava no poder) ainda estava em vantagem. Mas na véspera das eleições foram organizadas manifestações e quem ganhou as eleições foi o PSOE.&lt;br /&gt;As pessoas não votaram no PP para penalizar a manipulação.&lt;br /&gt;Mais tarde foi provado que o atentado foi da autoria de terroristas islâmicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;(1), (2), (3), (4)&lt;/span&gt; LAMPREIA, J. Martins, &lt;em&gt;&lt;a href="http://oquesepassa.no.sapo.pt/EC%20notas%20livro%20GestãoCrise.htm"&gt;Gestão de Crise, uma perspectiva europeia&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;, Hugin Editores, Lisboa, 2003&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18226186-114975522199962026?l=resumoestrategias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resumoestrategias.blogspot.com/feeds/114975522199962026/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18226186&amp;postID=114975522199962026' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18226186/posts/default/114975522199962026'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18226186/posts/default/114975522199962026'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resumoestrategias.blogspot.com/2006/06/aula-n-21-comunicao-de-crise.html' title='Aula nº 21 - Comunicação de crise'/><author><name>Marta Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12291120473094430073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18226186.post-114915401676263722</id><published>2006-06-01T09:48:00.000+01:00</published><updated>2006-06-09T09:02:23.693+01:00</updated><title type='text'>Aula nº 20 - Karl Rove (um verdadeiro spin doctor)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Karl_Rove"&gt;Karl Rove&lt;/a&gt; é o exemplo típico do spin doctor. Durante anos ele foi a sombra de George W. Bush: primeiro convence-o a candidatar-se a Governador do Texas (e ganhou!), depois a Presidente dos Estados Unidos da América (e mais uma vez ganhou!).&lt;br /&gt;Como um verdadeiro spin doctor, ele é discreto e não reconhece o seu trabalho, por isso, existem muitos acontecimentos em que se diz "deve ter sido Karl Rove".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;&lt;a href="http://dossiers.publico.pt/shownews.asp?id=1207562&amp;idCanal=1353"&gt;Como é o seu trabalho?&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O seu trabalho é sujo, uma vez que ele controla os acontecimentos, manipula, faz campanhas negativas, destrói os opositores, não há regra que ele não quebre para ajudar o seu candidato, é insensível, utiliza fugas selectivas de informação, inventou a guerra do Iraque por razões políticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;As suas características: &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;- Tem a confiança de GWB&lt;br /&gt;- Pertence ao seu círculo íntimo&lt;br /&gt;- Tem muito poder&lt;br /&gt;- O seu currículo está cheio de casos de sabotagem&lt;br /&gt;- Tem formação política (embora não tenha formação académica de grau superior)&lt;br /&gt;- Trabalha com a família Bush há mais de 20 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;Semelhanças com exemplos anteriores: &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;- Discreto&lt;br /&gt;- Tem uma função desregulamentada&lt;br /&gt;- Não há atribuição directa entre o que faz e a pessoa que o faz&lt;br /&gt;- É especialista em criar manobras de diversão&lt;br /&gt;- Tem acesso directo ao poder&lt;br /&gt;- Não há regras para o que faz&lt;br /&gt;- Conhece os meandros da comunicação, da política e do marketing&lt;br /&gt;- Cria/selecciona mensagens que o protagonista vai difundir depois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Um caso que correu mal:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Um enviado dos EUA não confirmou a versão oficial do Governo sobre a venda de urânio ao Iraque. Então, Karl Rove denunciou aos jornalistas que a mulher desse enviado era uma espia da CIA. Rove &lt;a href="http://www.jornalistas.online.pt/noticia.asp?id=3654&amp;amp;idselect=499&amp;idCanal=499&amp;amp;p=0"&gt;foi obrigado a demitir-se&lt;/a&gt; e este caso suscitou &lt;a href="http://blog.comunidades.net/veiga/index.php?op=arquivo&amp;pagina=12&amp;amp;mmes=07&amp;anon=2005"&gt;outras acusações&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;Mas apesar de se ter demitido da Casa Branca, ele continua a ser o conselheiro pessoal de Bush.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Filme &lt;a href="http://www.bushsbrain.com/"&gt;"Bush`s Brain":&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Este filme é um documentário onde se questiona quem comanda e preside os EUA: George W. Bush ou Karl Rove? Segundo a tese deste dvd, Rove é o cérebro de Bush, mas uma tese mais neutra defende que Rove é o tipo que &lt;a href="http://eu.wiley.com/WileyCDA/WileyTitle/productCd-0471471402.html"&gt;faz reeleger o Presidente&lt;/a&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Links de interesse:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://dn.sapo.pt/2006/04/23/internacional/karl_rove_bush_a_batalha_eleitoral_n.html"&gt;O que distingue Karl Rove dos outros consultores políticos americanos&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18226186-114915401676263722?l=resumoestrategias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resumoestrategias.blogspot.com/feeds/114915401676263722/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18226186&amp;postID=114915401676263722' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18226186/posts/default/114915401676263722'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18226186/posts/default/114915401676263722'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resumoestrategias.blogspot.com/2006/06/aula-n-20-karl-rove-um-verdadeiro-spin.html' title='Aula nº 20 - Karl Rove (um verdadeiro spin doctor)'/><author><name>Marta Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12291120473094430073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18226186.post-114915167598731562</id><published>2006-06-01T09:47:00.000+01:00</published><updated>2006-06-08T08:55:50.240+01:00</updated><title type='text'>Aula nº 19 - "Manobras na Casa Branca"</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Este filme, realizado por Barry Levinson, em1998, cujo título original é &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0120885/"&gt;"Wag the Dog"&lt;/a&gt;, ajuda-nos a entender o que faz realmente um spin doctor. Conrad Brean &lt;strong&gt;cria e &lt;a href="http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=349JDB004"&gt;manipula os acontecimentos&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; sempre com o objectivo de proteger a imagem do seu cliente, o Presidente dos Estados Unidos da América. Como um verdadeiro spin doctor, Conrad actua na sombra, é discreto, e o seu trabalho nunca é associado a ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;Resumo da história:&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;A 11 dias das eleições, o Presidente (que pretende recandidatar-se) é acusado por uma jovem de &lt;a href="http://mulher.sapo.pt/XtA0/432278.html"&gt;assédio sexual&lt;/a&gt;. Por isso, e para abafar o escândalo ele recorre aos serviços de Conrad Brean.&lt;br /&gt;É preciso distrair a comunicação social durante 11 dias, assim Conrad vai criar factos (falsos) e manipular informação. É então criada uma guerra entre os EUA e a Albânia, e para fazer a montagem desta guerra o spin doctor contacta Stanley Motss (produtor de Hollywood).&lt;br /&gt;De facto, a guerra na Albânia desvia a atenção da imprensa e o caso de assédio passa para as páginas interiores dos jornais. Mas para infelicidade de Conrad e Stanley, a CIA descobre que a guerra é fictícia. É noticiado que a CIA confirma que a situação na Albânia está resolvida.&lt;br /&gt;Mas para as principais personagens deste filme, a manipulação nunca acaba e nada está perdido. É criado outro facto para continuar a distrair os meios de comunicação social, a &lt;a href="http://ubista.ubi.pt/~comum/esteves-pissarra-opiniao-publica.html"&gt;opinião pública&lt;/a&gt; e o povo americano: um bravo soldado americano ficou para trás. “O Presidente revela que William Schumann foi apanhado na retaguarda das linhas inimigas” – jornalista durante o noticiário.&lt;br /&gt;O suposto soldado americano, que na verdade é um presidiário, é “resgatado” mas é assassinado quando tenta violar uma rapariga. Para Stanley, isto não se torna um problema, já que ele tem a ideia de chegarem carregando um caixão. “Há algo melhor do que o regresso triunfal de um herói?” – SM.&lt;br /&gt;Na véspera das eleições o Presidente tem uma larga margem de vantagem sobre o seu adversário e tudo parece correr bem… até Stanley decidir que não quer ficar calado e quer os créditos de todo o seu trabalho. Conrad resolve a situação: manda matar o produtor e na imprensa é dito que ele morreu de ataque cardíaco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste filme existem várias frases onde se nota que&lt;strong&gt; &lt;a href="http://www.pcp.pt/actpol/temas/polgeral/rc20050213.htm"&gt;não há limites para quem manipula&lt;/a&gt;.&lt;/strong&gt; Exemplos de algumas dessas frases:&lt;br /&gt;CB – “Não interessa se é verdade”, a propósito das acusações de assédio contra o Presidente;&lt;br /&gt;CB – O Presidente tem de ficar mais um dia na China, digam que ele adoeceu;&lt;br /&gt;CB – “Não vai haver guerra mas a essência da guerra”;&lt;br /&gt;CB – “Guerra é show business”;&lt;br /&gt;CB – “Vamos entrar em guerra com a Albânia daqui a 30 minutos”;&lt;br /&gt;Quando confrontado com o agente da CIA a dizer-lhe que não há guerra alguna, CB argumenta: “Não há guerra mas eu vejo-a na televisão (…) Se os seus satélites não vêem nada, então pode ir para casa e jogar golfe. Porque a única guerra é a nossa”;&lt;br /&gt;SM – “Está a ver as lágrimas dela? São a sério. Ia por-lhe lágri,as mas não foi preciso”;&lt;br /&gt;SM – “O espectáculo tem de continuar”;&lt;br /&gt;SM – “É uma fraude e parece 100% verdade, referindo-se ao funeral do soldado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em &lt;a href="http://ubista.ubi.pt/~soccom/ccscript19wag.htm"&gt;"Manobras da Casa Branca"&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;tudo e todos são manipulados&lt;/strong&gt;, até o discurso do Presidente não é escrito por ele. Além disso, o Presidente nunca aparece, pois aqui o mais importante são as estratégias de toda a &lt;strong&gt;campanha eleitoral&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;Este filme ajuda-nos a entender que a &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.uff.br/mestcii/estrela1.htm"&gt;comunicação social é facilmente manipulada&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; e se deixa alimentar por todos os factos que lhe chega às mãos, sem antes averiguar se tal é verdade. Mas penso que neste sentido é uma ficção um pouco exagerada, já que me custa a acreditar que nenhum jornalista descobria que a guerra na Albânia era ficcional. Além disso, se a CIA descobriu por que se calou?&lt;br /&gt;Mas apesar deste facto ser um pouco irreal, podemos ver o filme de uma outra perspectiva: mostra que os assessores não param de mentir e que este spin doctor, ao contrário do produtor que não consegue ficar calado, é uma pessoa discreta, que vive na sombra, não deixa impressões digitais do que faz, cria mensagens, e o que faz não é atribuído à pessoa que o faz (tal como um verdadeiro spin doctor, como nos foi explicado nas aulas pelo professor).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Links de interesse:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://cinecartaz.publico.pt/filme.asp?id=18099"&gt;"Manobras na Casa Branca"&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos/jd050298mh.htm"&gt;Publicar ou não publicar&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://gaia.org.pt/?q=node/108"&gt;Estratégias e técnicas para a manipulação da opinião pública&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.publico.clix.pt/docs/seriey3/filmes/04.manobrasNaCasaBranca/brincar.htm"&gt;"Manobras na Casa Branca" - brincar às guerras&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18226186-114915167598731562?l=resumoestrategias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resumoestrategias.blogspot.com/feeds/114915167598731562/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18226186&amp;postID=114915167598731562' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18226186/posts/default/114915167598731562'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18226186/posts/default/114915167598731562'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resumoestrategias.blogspot.com/2006/06/aula-n-19-manobras-na-casa-branca.html' title='Aula nº 19 - &quot;Manobras na Casa Branca&quot;'/><author><name>Marta Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12291120473094430073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18226186.post-114915151483949575</id><published>2006-06-01T08:24:00.000+01:00</published><updated>2006-06-05T08:42:25.993+01:00</updated><title type='text'>Aula nº 18 - Spin Doctors</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O &lt;a href="http://www.negocios.pt/default.asp?SqlPage=Content_Opiniao&amp;CpContentId=233549"&gt;spin doctor&lt;/a&gt; é normalmente alguém que já foi jornalista político ou publicitário. É ele que tenta influenciar a opinião pública através de uma informação manipulada e apresentada ao público ou aos media com o objectivo de ganhar eleições.&lt;br /&gt;O &lt;a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2001/010503_ukelectionsglossario.shtml"&gt;spin doctor&lt;/a&gt; é aquele que manipula e pode-se traduzir como "mestre da manipulação". &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;"Em inglês, «to spin» significa «fazer girar», mas sobretudo no caso da expressão spin doctor, «dar efeito a uma bola» para esta mudar de trajectória e enganar o adversário." &lt;span style="font-size:85%;"&gt;(revista Visão)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Outra definição de spin doctor:&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2001/010503_ukelectionsglossario.shtml"&gt;"Assessor de mídia ou consultor político contratado em uma campanha para garantir que o candidato receba a melhor publicidade possível em uma dada situação. Por exemplo, após um debate entre candidatos à Presidência, o spin doctor de cada candidato procura os jornalistas para mostrar-lhes os pontos fortes de seu candidato e tentar convencer a imprensa e, por extensão, o público, de que seu candidato “venceu” o debate. Quando esses assessores de mídia estão trabalhando, diz-se que estão fazendo spinning ou pondo spin (colocando efeito) em uma situação ou um evento."&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;O que faz um spin doctor?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;- influencia&lt;br /&gt;- manipula a informação&lt;br /&gt;- constrói a opinião&lt;br /&gt;- aconselha&lt;br /&gt;- não é o assessor de imprensa&lt;br /&gt;- inventores de imagens e ideias&lt;br /&gt;- recorre a grupos de controlo&lt;br /&gt;- seleccoina as ideias fundamentais, em função da opinião pública&lt;br /&gt;- Tem uma actividade desregulamentada e, por isso, nega-se a sua existência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;Características: &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;- É &lt;strong&gt;discreto&lt;/strong&gt; (sombra);&lt;br /&gt;- Tem &lt;strong&gt;acesso directo ao poder&lt;/strong&gt; e uma relação de grande confiança com esse poder;&lt;br /&gt;- É &lt;strong&gt;insensível&lt;/strong&gt; à necessidade de transparência;&lt;br /&gt;-&lt;strong&gt; Conhece os meandros&lt;/strong&gt; da comunicação e do marketing;&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;Não deixa impressões digitais directas&lt;/strong&gt; (não aparece e dificilmente reconhece que é ele que manipula);&lt;br /&gt;- Recorre a &lt;strong&gt;campanhas negativas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;Alimenta a opinião pública&lt;/strong&gt; através de factos políticos que são divulgados pela comunicação social;&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;Cria mensagens&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;Os dez mandamentos do spin doctor:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;- Haver um só maestro (centralizar a informação)&lt;br /&gt;- Jogar bem (não tolerar fífias)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- A mensagem, nada mais que a mensagem&lt;br /&gt;- Alimentar os meios de comunicação a tempo e horas&lt;br /&gt;- Guardar os bons pedaços (cachas, fugas) para os amigos&lt;br /&gt;- Martelar a informação&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Tomar constantemente o pulso à opinião pública&lt;br /&gt;- Testar e medir cada decisão (grupos de controlo)&lt;br /&gt;- Roubar ao adversário os melhores argumentos&lt;br /&gt;- Enfeitar, ameaçar, por vezes bater&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;(revista Visão)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos EUA e no Brasil há uma forte tradição dos políticos recorrerem a técnicos para &lt;a href="http://citador.weblog.com.pt/arquivo/164372.html"&gt;manipular&lt;/a&gt; a informação e melhorarem a sua imagem. Mas em &lt;strong&gt;Portugal&lt;/strong&gt;, apesar de haver uma crescente profissionalização a nível político, não se pode dizer que haja tradição de marketing político.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://visaoonline.clix.pt/default.asp?CpContentId=327877"&gt;O spin doctor é ainda uma "espécie de avis rara, geralmente chamado à laia de bombeiro, para apagar fogos, na comunicação com o eleitorado. Isto já é marketing eleitoral. Mas, mesmo aqui, dizem os profissionais, são o amadorismo e o amiguismo, que reinam no País."&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Links de interesse:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Spin_(politics)"&gt;O spin doctor nas relações públicas&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="https://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/1014/1/hsantos_KellyAffair.pdf"&gt;Caso Kelly&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18226186-114915151483949575?l=resumoestrategias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resumoestrategias.blogspot.com/feeds/114915151483949575/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18226186&amp;postID=114915151483949575' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18226186/posts/default/114915151483949575'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18226186/posts/default/114915151483949575'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resumoestrategias.blogspot.com/2006/06/aula-n-18-spin-doctors.html' title='Aula nº 18 - Spin Doctors'/><author><name>Marta Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12291120473094430073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18226186.post-114914665546011442</id><published>2006-06-01T08:22:00.000+01:00</published><updated>2006-06-08T08:43:22.813+01:00</updated><title type='text'>Aula nº 17 - "Boris"</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.dvdpt.com/b/boris.php"&gt;“Boris”&lt;/a&gt; (“&lt;a href="http://www.sho.com/site/schedules/product_page.do?episodeid=118005&amp;seriesid=0&amp;amp;include=04synopsis.inc"&gt;Spinning Boris&lt;/a&gt;” no original) foi realizado, em 2003, por &lt;a href="http://www.imdb.com/name/nm0006854/"&gt;Roger Spottiswood&lt;/a&gt; e tem como protagonistas Jeff Goldblum (George Gorton), Anthony LaPaglia (Dick Dresner) e Liev Schreiber (Joe Shumate).&lt;br /&gt;Este filme é baseado em factos reais e mostra como os políticos podem ser manipulados e vendidos como uma barra de sabão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;Resumo da história:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Um grupo de três &lt;a href="http://jpn.icicom.up.pt/2005/05/05/em_busca_da_receita_para_ganhar_eleicoes.html"&gt;consultores políticos&lt;/a&gt; americanos – George Gorton, Dick Dresner e Joe Shumate – são contratados para conduzir a &lt;a href="http://semiramis.weblog.com.pt/arquivo/183127.html"&gt;campanha eleitoral&lt;/a&gt; de Boris Yeltsin, actual &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Boris_Yeltsin"&gt;Presidente da Rússia&lt;/a&gt; e candidato às próximas eleições.&lt;br /&gt;A 116 dias das eleições, &lt;strong&gt;Yeltsin está em último lugar das sondagens&lt;/strong&gt; com apenas 6 pontos percentuais. Para tentar inverter a situação, os americanos vão trabalhar juntamente com Tatiana Dyachenko, filha do Presidente.&lt;br /&gt;Na primeira sondagem feita pelos consultores, os números são um desastre e a grande maioria do povo russo não confia no seu Presidente. A ideia que Gorton propõe a Tatiana é fazerem campanha negativa, mas ela recusa esta ideia dizendo que o seu pai ainda tem dignidade.&lt;br /&gt;Através de sondagens, Tatiana e os consultores americanos percebem que as pessoas gostam de ver Yeltsin a fazer desporto e a sorrir. E é precisamente isto que eles vão fazer: em todas as suas aparições públicas o Presidente sorri, cumprimenta, acena a mão ao seu povo, e com isto consegue conquistar a simpatia e a confiança do povo russo, subindo nas sondagens.&lt;br /&gt;Através de toda esta manipulação, &lt;strong&gt;Yeltsin é reeleito&lt;/strong&gt; com 32.5% dos votos.&lt;br /&gt;Dias mais tarde, esta história de manipulação é publicada na revista Time, por um jornalista que teve acesso exclusivo a todos os dados, mas que se comprometeu a divulgá-los após as eleições. Na capa lia-se “Yanks to the Rescue; The secret story of how amarican advisers helped Yeltsin win”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os &lt;a href="http://www.manhanelli.com.br/textos3.htm#Consul"&gt;consultores de comunicação&lt;/a&gt; recorreram a &lt;strong&gt;várias técnicas&lt;/strong&gt; para reelegerem Yeltsin. Estas são as &lt;strong&gt;frases e ideias&lt;/strong&gt; mais marcantes que demonstram como &lt;strong&gt;há manipulação&lt;/strong&gt; neste filme:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;-&lt;/strong&gt; “Eu sei que é uma eleição simulada, mas temos de ganhar, ou, pelo menos, aparecer. Não tens eleitores? Arranja uns parolos de Nebraska, manda-os para Iowa e paga-lhes para votarem no Wilson.” – Dick Dresner quando, no início do filme, os três consultores estão a fazer a campanha de Wilson para Governador.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;-&lt;/strong&gt; Para ganhar as eleições, os consultores americanos usam o sistema “Jogo da Eleição”, onde recorrem a sondagens e grupos de foco para simular uma eleição. Testam tudo, as ideias que a campanha usa e tenciona usar; descobrem o que querem os eleitores e o que é que lhes podem oferecer.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;-&lt;/strong&gt; Juntaram um grupo de pessoas numa sala e mostrara-lhes imagens do Presidente, no sentido de escolherem aquelas que achavam mais simpáticas.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;-&lt;/strong&gt; O discurso do Presidente é preparado por eles.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;-&lt;/strong&gt; “O Presidente devia começar a atacar o seu adversário Zyuaganov através de pelotões de verdade, anúncios na TV e interferências sonoras.” – George Gorton&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;-&lt;/strong&gt; Eles põem o Presidente a plantar uma árvore, pois isso mostra que ele se preocupa com o ambiente, não se importa de se sujar e gosta de se misturar com o povo.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;-&lt;/strong&gt; Quando o Presidente vai plantar a árvore é contratada uma guarda avançada. Ou seja, um grupo de pessoas que vai onde o candidato vai e é-lhes dito tudo o que devem fazer. Acima de tudo, esta guarda avançada tem de ser discreta e tem de dar a ideia de não estar presente.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;-&lt;/strong&gt; “O Boris devia marcar posição com grande firmeza. Diz à Tatiana que há uma vaga numa estação de televisão. Ela que encaixe lá um adepto do Boris.” – George Gorton&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;-&lt;/strong&gt; “Só precisamos de «bites» sonoros de 5 segundos.” – George Gorton&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;-&lt;/strong&gt; “Só temos 5 semanas e temos de fazer campanha negativa.” – George Gorton&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;-&lt;/strong&gt; “Neste ramo nem tudo é verdade.” – George Gorton&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;-&lt;/strong&gt; “Vamos para a campanha negativa. Anúncios, slogans, pelotões da verdade, tudo isso.” – Tatiana (depois do Presidente ter um ataque cardíaco, Tatiana concorda em fazer a campanha negativa, que lhe foi sugerida pelos americanos, para ganhar as eleições).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;Uma curiosidade:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;George Gorton e os seus colegas foram, em 2003, os responsáveis pela &lt;a href="http://jn.sapo.pt/2004/11/01/dossier/Sintonize_a_campanha_mais_cara_d.html"&gt;campanha&lt;/a&gt; que elegeu &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Arnold_Schwarzenegger"&gt;Arnold Schwarzenegger&lt;/a&gt; a &lt;a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/materias/mundo/2403001-2403500/2403305/2403305_1.xml"&gt;Governador da Califórnia&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18226186-114914665546011442?l=resumoestrategias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resumoestrategias.blogspot.com/feeds/114914665546011442/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18226186&amp;postID=114914665546011442' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18226186/posts/default/114914665546011442'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18226186/posts/default/114914665546011442'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resumoestrategias.blogspot.com/2006/06/aula-n-17-boris.html' title='Aula nº 17 - &quot;Boris&quot;'/><author><name>Marta Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12291120473094430073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18226186.post-114492252047422363</id><published>2006-04-13T09:56:00.000+01:00</published><updated>2006-06-02T11:01:30.576+01:00</updated><title type='text'>Aula nº 16 - Luís Paixão Martins no Isla/Gaia</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Luís Paixão Martins é Consultor de Comunicação e Relações Públicas e Director-Geral da &lt;a href="http://www.lpmcom.pt/main.php"&gt;LPMcom&lt;/a&gt;. Foi ele que organizou a campanha de &lt;a href="http://josesocrates.blogs.sapo.pt/"&gt;José Sócrates&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?id=197842&amp;idselect=90&amp;amp;amp;amp;idCanal=90&amp;p=94"&gt;Cavaco Silva&lt;/a&gt; e declarou que os dois candidatos “só ganhavam as eleições se saíssem das suas margens políticas porque as eleições ganham-se alargando a base eleitoral. (…) &lt;strong&gt;Uma campanha eleitoral serve não para motivar o seu próprio eleitorado, mas para ir buscar outros eleitores”.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luís Paixão Martins esclareceu &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.pmelink.pt/pmelink_public/EC/0,1655,1005_5058-3_41102--View_429,00.html"&gt;o que faz um consultor de comunicação:&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;- &lt;/strong&gt;procura ajudar a definir uma estratégia.&lt;br /&gt;“As campanhas eleitorais em Portugal são muito definidas, muito certas. Quando se começa a campanha sabe-se os passos a dar e como ela acaba. (…) Uma campanha eleitoral é uma campanha de comunicação e durante a campanha é necessário perceber o que se está a passar junto dos eleitores”.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;-&lt;/strong&gt; definir/formatar uma estratégia de comunicação.&lt;br /&gt;“Define-se uma estratégia de conteúdos e produz-se conteúdos”.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;-&lt;/strong&gt; ajuda-se a definir a própria campanha, em função das capacidades televisivas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando questionado pelos alunos de comunicação sobre se o conceito de influenciar é diferente de manipular, Paixão Martins disse que &lt;strong&gt;influenciar e manipular podem ser quase sinónimos&lt;/strong&gt;. “Eu gosto de ver as coisas de vários prismas e não me ofende que me digam que há intervenções no sentido de manipular. Procuramos criar as coisas para que elas sejam atraentes”.&lt;br /&gt;O Director-Geral da LPM disse ainda que quanto mais profissionais são os agentes de comunicação, mais séria é a sua relação com os media. “A profissionalização das fontes é um factor positivo e não um factor negativo. &lt;strong&gt;Não se pode mentir aos jornalistas senão eles não voltam a acreditar em nós. Mas às vezes é necessário omitir”.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Paixão Martins acha que não seria possível eleger um político de um partido mais pequeno porque apesar de haver um crescente desgaste das principais marcas partidárias (PS e PSD), estas têm uma expansão que as outras marcas não têm.&lt;br /&gt;Quando confrontado com a campanha negativa sobre José Sócrates nas últimas eleições legislativas, Paixão Martins citou Edward Bernays e disse que &lt;strong&gt;a melhor forma de reagir a um rumor é ignorá-lo&lt;/strong&gt;. “Sócrates decidiu que o assunto do rumor a que foi sujeito era tabu”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu perguntei a Luís Paixão Martins se o facto da actividade de relações públicas não ser regulamentada condicionava esta mesma actividade, e a resposta dele foi: “Não acho que a actividade não seja regulamentada e não vejo em que é que podia ser regulamentada. (…) &lt;strong&gt;Quem tem que ter a actividade regulamentada são os políticos e os jornalistas porque têm uma missão pública&lt;/strong&gt;. Os relações públicas são agentes comerciais e isso faz uma certa confusão às pessoas”.&lt;br /&gt;Ao que parece, Luís Paixão Martins não é da mesma opinião que o nosso professor João Paulo Meneses, uma vez que este nos disse em aula que a actividade de relações públicas devia ser regulamentada. Esta actividade tem apenas códigos de ética (&lt;a href="http://www.apecom.pt/public/Sections.asp?section_id=10"&gt;Código de Estocolmo&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.apecom.pt/public/Sections.asp?section_id=19"&gt;Código da APECOM&lt;/a&gt;), que apenas servem como uma espécie de conduta. Assim, não há onde apresentar uma queixa se estes códigos não forem cumpridos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas &lt;strong&gt;Paixão Martins mudou recentemente de opinião&lt;/strong&gt; (24/05/2006).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://oquesepassa.no.sapo.pt/codigo%20LPM.htm"&gt;"Sempre defendi que a actividade das empresas de conselho em comunicação não deveria merecer regulamentação específica, mas a polémica lançada por Manuel Maria Carrilho obrigou-me a uma reflexão acerca do assunto e a mudar de opinião. Refiro-me em particular aos serviços prestados ao abrigo da disciplina de assessoria mediática (ou comunicação com jornalistas), embora o mesmo critério possa ser aplicado a áreas menos comuns como a comunicação de lobbying."&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18226186-114492252047422363?l=resumoestrategias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resumoestrategias.blogspot.com/feeds/114492252047422363/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18226186&amp;postID=114492252047422363' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18226186/posts/default/114492252047422363'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18226186/posts/default/114492252047422363'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resumoestrategias.blogspot.com/2006/04/aula-n-16-lus-paixo-martins-no.html' title='Aula nº 16 - Luís Paixão Martins no Isla/Gaia'/><author><name>Marta Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12291120473094430073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18226186.post-114491796458160733</id><published>2006-04-13T09:13:00.000+01:00</published><updated>2006-06-08T08:49:23.076+01:00</updated><title type='text'>Aula nº 15 - As campanhas negativas</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Em tempo de campanha eleitoral é necessário encontrar formas de convencer o eleitorado a votar em determinado partido e/ou candidato. Por isso, assiste-se muitas vezes a &lt;strong&gt;&lt;a href="http://oquesepassa.no.sapo.pt/isla%20P&amp;R%208.htm"&gt;campanhas negativas &lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;onde um candidato não se limita a reforçar as suas qualidades, mas também se empenha em dizer mal do adversário.&lt;br /&gt;Nos EUA e no Brasil, estas campanhas negativas são muito frequentes e têm muita expressão.&lt;br /&gt;Mas, se por um lado, uma campanha negativa &lt;strong&gt;pode denegrir a imagem de um candidato&lt;/strong&gt;, por outro lado, &lt;strong&gt;apenas fideliza os votos&lt;/strong&gt; das pessoas que já são do partido que está a fazer esse tipo de campanha. Esta não é uma boa forma de conquistar novos votos, a não ser que denuncie uma situação em concreto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Características de uma campanha negativa:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;- acusações (implícitas ou explícitas), insinuações, comparações, criação ou aproveitamento de rumores;&lt;br /&gt;- cartazes e publicidade dirigida;&lt;br /&gt;- insultos e dialéctica violenta (uma das armas da campanha negativa muito utilizada no Brasil).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#3366ff;"&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;O caso português&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Nas últimas eleições legislativas assistimos em Portugal, pela primeira vez, a uma &lt;a href="http://politicsportugal.blogspot.com/2005_02_01_politicsportugal_archive.html"&gt;campanha negativa&lt;/a&gt;. Surgiu na Internet o rumor de que José Sócrates (candidato a Primeiro-Ministro pelo PS) era homossexual e, inicialmente, ninguém queria falar sobre isto. Mas quando Miguel Sousa Tavares fala sobre o assunto no telejornal da TVI, este rumor passa a ter uma projecção muito maior e passa a ser comentado por toda a gente.&lt;br /&gt;O PS fez-se vítima deste rumor e atribuí-o ao PSD. No debate entre Santana Lopes (candidato a Primeiro-Ministro pelo PSD) e José Sócrates, o candidato do PSD confrontou a actual Primeiro-Ministro, mas este desmentiu a sua homossexualidade.&lt;br /&gt;Uma vez que esta campanha negativa foi feita com base em insinuações (e as insinuações não são demonstráveis) e este rumor foi atribuído ao PSD, Santana Lopes acabou por ser castigado, mesmo que injustamente, perdendo as eleições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O rumor da homossexualidade de José Sócrates jogou-se muito na comunicação social e esta acabou por dar demasiado prestígio ao rumor. Este tema acabou por ser utilizado como principal durante a &lt;a href="http://jpn.icicom.up.pt/2005/03/02/marcelo_rebelo_de_sousa_o_novo_tempo_da_democracia_mediatica.html"&gt;campanha eleitoral&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;É importante referir que neste caso a &lt;strong&gt;Internet facultou a propagação do rumor anonimamente&lt;/strong&gt; e permitiu, também, a perpetuação e difusão do rumor em larga escala.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Assim, tivemos em Portugal pela primeira vez:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;- um rumor numa campanha eleitoral;&lt;br /&gt;- um rumor explorado por um candidato;&lt;br /&gt;- cartazes com mensagens negativas contra o adversário. &lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://www.jsd.pt/images/outdoorj2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Este cartaz da JSD foi utilizado durante a campanha eleitoral.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#000000;"&gt;Os rumores devem ou não ser desmentidos?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Joe Napolitan&lt;/strong&gt; defende que um político deve sempre responder e tentar defender-se de um rumor. Assim, pode dizer-se que a melhor defesa é o ataque.&lt;br /&gt;Mas &lt;strong&gt;Edward Bernays&lt;/strong&gt; defende que “qualquer rumor falso deve ser ignorado. Desmenti-lo apenas serve para gerar mais atenção por parte de pessoas que ainda não o ouviram. Desmenti-lo pode ainda, para alguns, dar substância de verdade ao rumor. O melhor antídoto é publicar factos e números que demonstram que o rumor não é credível”.&lt;br /&gt;BERNAYS, Edward, &lt;em&gt;Propaganda&lt;/em&gt;, Editora Mareantes. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Links de interesse:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://dn.sapo.pt/2005/02/14/nacional/nao_falam_nada_que_interessa.html"&gt;Comparação entre a campanha do PS e do PSD&lt;br /&gt;A opinião do PS sobre o assunto&lt;br /&gt;Os portugueses estavam preparados para uma campanha assim?&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18226186-114491796458160733?l=resumoestrategias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resumoestrategias.blogspot.com/feeds/114491796458160733/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18226186&amp;postID=114491796458160733' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18226186/posts/default/114491796458160733'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18226186/posts/default/114491796458160733'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resumoestrategias.blogspot.com/2006/04/aula-n-15-as-campanhas-negativas.html' title='Aula nº 15 - As campanhas negativas'/><author><name>Marta Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12291120473094430073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18226186.post-114373236834821617</id><published>2006-03-30T15:47:00.000+01:00</published><updated>2006-06-02T11:28:11.726+01:00</updated><title type='text'>Aula nº 14 - As técnicas do Marketing político ou eleitoral</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Tudo o que uma pessoa faz para se afirmar no campo político é &lt;a href="http://www.centroatl.pt/titulos/si/marketing_politico_na_internet.html"&gt;&lt;strong&gt;marketing político&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; e eleitoral.&lt;/strong&gt; Embora o &lt;a href="http://tsf.sapo.pt/online/portugal/interior.asp?id_artigo=TSF159112"&gt;marketing eleitoral&lt;/a&gt; esteja apenas ligado às eleições, o marketing político não tem outro objectivo que não seja as eleições. Por isso, neste contexto não deve haver distinção entre os dois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O marketing político trata de tudo o que tenha a ver com a imagem exterior do político. Se houver qualidades que o político não tenha, ele pode aprender através do &lt;a href="http://www.apecom.pt/public/MemberWebpage.asp?member_id=13#section2"&gt;media training&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A política é a área social mais importante porque é a única que se decide na opinião pública através das eleições. Já na economia ou no desporto a opinião pública não conta porque nenhum clube de futebol ganha o campeonato pelo número de adeptos que tem.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Na política é a opinião pública que vota e que decide&lt;/strong&gt;, por isso, a última tem de ser instrumentalizada. E quem o faz é a comunicação social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Segundo Noam Chomsky, é necessário espevitar as pessoas e para as espevitar é necessário aterrorizá-las.&lt;br /&gt;“É necessário passar constantemente através de programas nacionais a que a opinião pública se opõe, porque não há razão para que a opinião pública esteja a favor de programas nacionais que prejudicam as pessoas.”&lt;br /&gt;Quanto a isto, temos o exemplo de Reagan em que os seus programas eram absolutamente impopulares. “Dos eleitores que em 1984 deram a vitória a Reagan, dois em cada três tinham esperança em que as suas políticas fossem aprovadas. Se se pegar em programas específicos, como armamento e redução das despesas sociais, a opinião pública estava esmagadoramente contra quase todos esses programas. Todavia, enquanto as pessoas estiverem marginalizadas e entretidas, e não tiverem maneira de organizar ou de articular os seus sentimentos, ou mesmo de saber que outros têm esses mesmos sentimentos, pessoas que dizem preferir os gastos sociais às despesas militares e que exprimiram essa opinião nas sondagens, como esmagadoramente fizeram, concluíram ser as únicas pessoas com essa ideia louca metida na cabeça. (…) Portanto, se alguém tem essa opinião e se a exprime numa eleição admite ser uma espécie de iluminado.”&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:0;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:0;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Na política, a propaganda é um instrumento muito útil pois permite transformar a maneira de pensar e de agir de uma população.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Na política as estratégias de comunicação são sofisticadas e na política vale tudo porque:&lt;br /&gt;- a política é temporária e precária&lt;br /&gt;- as eleições jogam-se muito na opinião pública&lt;br /&gt;- a política controla e condiciona as nossas vidas.&lt;br /&gt;A conjugação destes três factores faz com que a luta pelo poder político seja terrível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há quem diga que a campanha eleitoral é essencial, mas não é. O que conta é o comportamento do político enquanto este está no poder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ter resultados, o &lt;strong&gt;marketing político tem de recorrer a técnicas:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;- &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.polisalbufeira.pt/artigo.php?id=17101212&amp;m=3&amp;amp;s=1710121213&amp;ss=1256"&gt;estudos de opinião&lt;/a&gt;:&lt;/strong&gt; prepara-se as mensagens e estas são testadas antes e durante a campanha.&lt;br /&gt;Exemplos: sondagens, focus de grupo (escolha de uma determinada amostra do país).&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.consumidor.pt/pls/ic/doc?id=686&amp;amp;amp;amp;amp;p_acc=0&amp;plingua=1&amp;amp;pmenu_id=1891"&gt;publicidade/ propaganda/ merchandising.&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;Exemplos: cartazes, páginas na Internet.&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.pmelink.pt/pmelink_public/EC/0,1655,1005_5059-3_41102--View_429,00.html"&gt;marketing directo&lt;/a&gt;:&lt;/strong&gt; é uma terminologia do marketing comercial.&lt;br /&gt;Exemplos: porta a porta do próprio candidato, arruadas, comícios.&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;relações públicas/ assessoria de imprensa.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Exemplos: entrevistas, declarações programadas, exclusivos (forma de manipular a informação), &lt;a href="http://dn.sapo.pt/2006/03/22/nacional/cavaco_limita_contactos_a_imprensa.html"&gt;fugas de informação&lt;/a&gt;, reacções (é necessário reagir para ocupar o espaço mediático), &lt;a href="http://dn.sapo.pt/2005/07/11/tema/frases_caracteres_slogans_proferidos.html"&gt;soundbite &lt;/a&gt;(som que morde).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.publico.clix.pt/tvzine/critica.asp?id=1454"&gt;soundbite&lt;/a&gt; é a escolha da palavra ou das palavras que a comunicação social vai agarrar no dia seguinte.&lt;/strong&gt; No discurso do político há uma frase que faz a diferença.&lt;br /&gt;Todos os políticos gostariam de formular um soundbite na sua intervenção. Quando tal não acontece, o jornalista perde-se e não sabe o que relevar.&lt;br /&gt;O soundbite é mais do que um slogan, &lt;strong&gt;é a artificialização do discurso.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Na televisão onde os noticiários têm cerca de uma hora, o soundbite é muito curto. Por isso, é necessário que os políticos tenham no seu discurso uma frase que se destaque, para que possam ocupar o espaço mediático. &lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://dn.sapo.pt/2005/01/17/opiniao/o_senhor_sound_bite.html"&gt;LINK: Paulo Portas, o Senhor Soundbite&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18226186-114373236834821617?l=resumoestrategias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resumoestrategias.blogspot.com/feeds/114373236834821617/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18226186&amp;postID=114373236834821617' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18226186/posts/default/114373236834821617'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18226186/posts/default/114373236834821617'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resumoestrategias.blogspot.com/2006/03/aula-n-14-as-tcnicas-do-marketing.html' title='Aula nº 14 - As técnicas do Marketing político ou eleitoral'/><author><name>Marta Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12291120473094430073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18226186.post-114372989844037675</id><published>2006-03-30T15:17:00.000+01:00</published><updated>2006-06-08T08:52:00.490+01:00</updated><title type='text'>Aula nº 13 - Pseudo-acontecimentos e manobras de diversão</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Cerca de 90% da informação que chega aos jornalistas é fabricada, construída, manipulada visando determinados objectivos.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Quando alguém liga para um órgão de comunicação social a dizer que houve um acidente na estrada, à partida, esta pessoa não tem segundas intenções. É das poucas informações que são puras. Mas alguém que liga para um órgão de comunicação social a denunciar algo ilícito e pede para fazerem uma notícia sobre isso, esta pessoa tem um objectivo (como por exemplo, uma indemnização). Neste caso, a pessoa manipula a informação e conta apenas o que lhe interessa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há casos em que manipular é enganar, mas noutros casos manipular é mexer. &lt;strong&gt;Nem sempre que se fala de manipulação se fala de desonestidade.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Qualquer protagonista que se queira afirmar através dos meios de comunicação tem de ter uma estratégia. Mas por mais notável que seja essa &lt;a href="http://www.pmelink.pt/pmelink_public/EC/0,1655,1005_18187-3_41097--View_429,00.html"&gt;estratégia de comunicação&lt;/a&gt;, nem sempre funciona. Pode acontecer um acidente precisamente à mesma hora que está marcada a conferência de imprensa.&lt;br /&gt;A afirmação dos protagonistas na comunicação social faz-se, não só através de uma estratégia de comunicação, mas também tendo em conta a necessidade de ocupar o espaço mediático, que é finito e disputado por muitos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Há uma luta constante pelo &lt;a href="http://www.ipv.pt/forumedia/3/3_fe6.htm"&gt;espaço mediático &lt;/a&gt;e ganha quem tiver melhores argumentos.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Ao longo de catorze dias em que decorreu a &lt;a href="http://www.fundacao-mario-soares.pt/casa_museu_jsoares/ofertas_visita/p_abertas/PA_intro.htm"&gt;Presidência Aberta (PA) de Mário Soares&lt;/a&gt;, agricultores, estudantes, sindicalistas, etc “organizaram manifestações e dirigiram petições ao Presidente, esperando-o nos locais cobertos pelo programa da PA. Soares era informado dessas manifestações, com alguma antecedência, pelos assessores e pela segurança pessoal, o que lhe permitia preparar um determinado tipo de discurso para os manifestantes. Os assessores para a comunicação social alertavam, então, os jornalistas para os improvisos do Presidente, avisando os representantes dos mais importantes media noticiosos que o acompanhavam para que estivessem atentos e não perdessem a cobertura dessas manifestações.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O que fazer para conseguir que aquele espaço que está destinado ao assunto que me interessa seja preenchido por mim?&lt;br /&gt;- criar iniciativas com valor mediático&lt;br /&gt;- preencher a atenção dos jornalistas para aquilo que estou a fazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando existem &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;notícias negativas&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; e não se quer que os jornalistas noticiem, são criadas &lt;strong&gt;&lt;a href="http://gaia.org.pt/?q=node/108"&gt;manobras de diversão&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;. Desta forma, desvia-se a atenção dos jornalistas daquilo que é realmente importante para outras coisas.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Por altura das &lt;a href="http://mario-super.blogspot.com/2005/11/presidncias-abertas-versus-presidncias.html"&gt;Presidências Abertas de Mário Soares&lt;/a&gt;, “os jornalistas obrigavam-se a segui-lo permanentemente, na expectativa de uma declaração ou de uma reacção inesperada. Essa era, aliás, uma estratégia do Presidente – surpreender os jornalistas e a sua própria comitiva.”&lt;br /&gt;SERRANO, Estrela, &lt;em&gt;As Presidências Abertas de Mário Soares&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;Exemplo de manobra de diversão:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; Um ministro fica a saber que a imprensa vai noticiar que ele é corrupto. Então, no dia anterior, esse ministro demite-se. Assim, o facto dele ser corrupto deixa de ter tanta importância e passa-se a dar mais atenção à sua demissão.&lt;br /&gt;Obriga-se a comunicação social a olhar para outros lados, desviando-se do essencial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso das &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;notícias positivas&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;, é necessário elaborar uma estratégia de comunicação e as notícias que se criam têm de ter valor mediático. Mas muitas vezes não chega que a notícia tenha valor mediático, já que o espaço mediático é disputado por muitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem casos em que é criada uma determinada realidade porque alguém tem interesse nisso. &lt;strong&gt;É criada uma falsa realidade&lt;/strong&gt;. A estas situações criadas pelo protagonista chama-se &lt;strong&gt;&lt;a href="http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=294voz006"&gt;pseudo-acontecimentos&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;Exemplo de pseudo-acontecimento:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://jpn.icicom.up.pt/2005/12/30/departamento_de_justica_americano_investiga_fugas_de_informacao.html"&gt;Fuga de informação&lt;/a&gt; – é uma sofisticação do plano de comunicação. Alguém quer que a mensagem seja transmitida e deixa escapar um comentário propositadamente, para que o jornalista pergunte mais e publique aquilo que o protagonista quer.&lt;br /&gt;Por exemplo, um ministro convoca uma conferência de imprensa. Antes da conferência, alguém ligado a esse ministro diz a um jornalista para fazer uma pergunta sobre o governo. O jornalista pode não fazer essa pergunta mas pode ser algo com interesse e convém saber mais. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;"Os pseudo-acontecimentos constituem um elemento essencial da estratégia presidencial, como prova o seu crescimento contínuo desde 1976: no 1º ano do primeiro mandato, a agenda de Eanes incluiu 16 pseudo-acontecimentos e, no último ano de Sampaio, a sua agenda refere 304.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;De entre as categorias analisadas, as aparições públicas foram as mais usadas, com o Presidenta Sampaio a deter o maior número"&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;SERRANO, Estrela, &lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;As Presidências Abertas de Mário Soares&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Muitas vezes os jornalistas são empurrados a publicarem coisas sem valor mediático ou que não gostariam de publicar, apenas porque os outros órgãos de comunicação publicaram.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18226186-114372989844037675?l=resumoestrategias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resumoestrategias.blogspot.com/feeds/114372989844037675/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18226186&amp;postID=114372989844037675' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18226186/posts/default/114372989844037675'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18226186/posts/default/114372989844037675'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resumoestrategias.blogspot.com/2006/03/aula-n-13-pseudo-acontecimentos-e.html' title='Aula nº 13 - Pseudo-acontecimentos e manobras de diversão'/><author><name>Marta Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12291120473094430073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18226186.post-114372619406836801</id><published>2006-03-30T14:40:00.000+01:00</published><updated>2006-06-09T09:22:47.083+01:00</updated><title type='text'>Aula nº 11 - A inevitabilidade da mentira e a ética na assessoria de imprensa</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A actividade de &lt;a href="http://expressoemprego.clix.pt/scripts/indexpage.asp?headingID=3360"&gt;relações públicas&lt;/a&gt; caracteriza-se, em Portugal, por uma contratação precária (recibos verdes). Por isso, o assessor de imprensa vê-se obrigado a fazer o que o patrão lhe manda, caso contrário será despedido.&lt;br /&gt;A contratação de um &lt;a href="http://blog.comunidades.net/adelto/index.php?op=arquivo&amp;pagina=5&amp;amp;mmes=03&amp;anon=2006"&gt;assessor de imprensa&lt;/a&gt; baseia-se sobretudo na forte relação de confiança pessoal. Normalmente, os assessores não são contratados pelas suas capacidades profissionais, mas sim pela relação pessoal que têm com o seu patrão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O facto da assessoria de imprensa ser uma &lt;strong&gt;actividade desregulamentada&lt;/strong&gt;, haver uma &lt;strong&gt;contratação precária&lt;/strong&gt; e basear-se numa &lt;strong&gt;relação de confiança pessoal&lt;/strong&gt;, resulta como sendo a &lt;strong&gt;&lt;a href="http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=363ASP010"&gt;inevitabilidade da mentira&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;O &lt;a href="http://www.cbsnews.com/stories/2005/12/29/2005/main1171279.shtml"&gt;assessor de imprensa não tem condições para não mentir&lt;/a&gt;. Se ele mentir não lhe acontece nada, se não mentir é despedido, se não mentisse não era contratado.&lt;br /&gt;Muitas vezes, o assessor de imprensa não pode dizer a verdade. Então, a melhor solução é tentar negociar com o jornalista, pedir-lhe algum tempo e tentar uma relação de confiança.&lt;br /&gt;Há assessores que não usam uma mentira declarada, usam a omissão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Quanto mais desagradável é a notícia, maior incompatibilidade de interesses existe entre o jornalista e o assessor.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;“O assessor de imprensa tem a responsabilidade de produzir ou preparar uma informação que destinando-se a ser fornecida ao jornalista, jamais poderá conter erros, mentiras, inverdades ou simplesmente ser falaciosa. (…) O jornalista embora podendo considerar o assessor de imprensa como uma fonte de informação fidedigna, jamais deve assumir como inquestionável o material informativo que recebe das suas mãos.”&lt;br /&gt;LAMPREIA, J. Martins, &lt;em&gt;A Assessoria de Imprensa nas Relações Públicas&lt;/em&gt;, Publicações Europa-América, 2º edição, 1999&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem códigos de ética como o &lt;a href="http://www.apecom.pt/public/Sections.asp?section_id=10"&gt;&lt;strong&gt;Código de Estocolmo&lt;/strong&gt; &lt;/a&gt;e o &lt;a href="http://www.apecom.pt/public/Sections.asp?section_id=19"&gt;&lt;strong&gt;código da APECOM&lt;/strong&gt; &lt;/a&gt;que servem como referência para a profissão de relações públicas. Mas &lt;strong&gt;em termos legais estes códigos de ética não servem de muito, pois não há onde apresentar uma queixa pelo não cumprimento&lt;/strong&gt; destes códigos. Assim, cada profissional impõe a si próprio um código e um conjunto de regras que a sua consciência o obriga a cumprir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mas será que os jornalistas já se aperceberam que, muitas vezes, o assessor que lhes telefona os está a manipular?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Os jornalistas têm de perceber que o conceito de &lt;strong&gt;“assessor de imprensa amigo” não existe.&lt;/strong&gt; Quando o assessor contacta o jornalista, esse &lt;strong&gt;contacto é já a parte final de um &lt;a href="http://www.cegoc.pt/inter/cursos/Cap4/04a423.html"&gt;plano de comunicação&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;As estratégias de comunicação são cada vez mais complexas, mas também são muito subtis, mais dissimuladas para que o jornalista não perceba e não aumente as defesas.&lt;br /&gt;É fundamental que os jornalistas tenham a capacidade de manter uma atitude crítica, de publicar ou não, de dar mais ou menos destaque, de dizer bem ou dizer mal, de procurar outro ângulo. &lt;strong&gt;O jornalista deve ser independente e crítico.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:0;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;“De um lado o assessor de imprensa, que ao ter conhecimento dos princípios de independência, rigor e objectividade que regem a actividade jornalística, não deve pressionar o jornalista, forçando ou simplesmente sugerindo qualquer publicação.&lt;br /&gt;Do outro lado o jornalista que jamais se deve sentir comprometido por aceitar documentação ou informações.”&lt;br /&gt;LAMPREIA, J. Martins, &lt;em&gt;A Assessoria de Imprensa nas Relações Públicas&lt;/em&gt;, Publicações Europa-América, 2ª edição, 1999&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18226186-114372619406836801?l=resumoestrategias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resumoestrategias.blogspot.com/feeds/114372619406836801/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18226186&amp;postID=114372619406836801' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18226186/posts/default/114372619406836801'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18226186/posts/default/114372619406836801'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resumoestrategias.blogspot.com/2006/03/aula-n-11-inevitabilidade-da-mentira-e.html' title='Aula nº 11 - A inevitabilidade da mentira e a ética na assessoria de imprensa'/><author><name>Marta Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12291120473094430073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18226186.post-113775311853005702</id><published>2006-01-20T09:50:00.000Z</published><updated>2006-03-24T08:58:52.936Z</updated><title type='text'>Aula nº 10 - A assessoria de imprensa segundo Rafael Alves Rocha</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Rafael Alves Rocha foi o orador de uma palestra que decorreu no Isla Gaia, a 9 de Janeiro de 2006, organizada por alunos do 4º ano de Comunicação Empresarial.&lt;br /&gt;Rafael Rocha é licenciado em Comunicação Social, pela &lt;a href="http://www.uminho.pt/"&gt;Universidade do Minho&lt;/a&gt;. Fez estágio curricular na SIC e estágio profissional na &lt;a href="http://www.anje.pt/2005/default.asp"&gt;Associação Nacional de Jovens Empresários (ANJE)&lt;/a&gt;, onde é actualmente o director de Comunicação e Imagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O assessor da ANJE disse que só a experiência profissional lhe permitiu compreender a assessoria de imprensa, já que quando tirou o curso não havia cadeiras especializadas que lhe permitissem compreender esta actividade.&lt;br /&gt;A sua opinião pessoal é que actualmente as universidades preparam melhor os alunos nesta área, há necessidade de profissionais qualificados para trabalharem como assessores e há um reconhecimento maior desta profissão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rafael Rocha afirmou que assessoria de imprensa e relações públicas são disciplinas distintas. Mas, segundo o que foi dito nas últimas aulas, assessoria de imprensa e relações públicas não são distintas, ambas são disciplinas do marketing.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele defendeu ainda que "o assessor de imprensa nunca manipula o jornalista". Mas na verdade a manipulação existe, já que em certas situações é inevitável que um assessor de imprensa minta ao jornalista. Por vezes, um assessor tem necessidade de mentir porque se não o fizer está a ir contra os interesses do patrão e, consequentemente, poderá ser despedido.&lt;br /&gt;Mas ao elaborar um press-release, alterando a sua forma de comunicar, não estará o assessor a manipular?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rafael Rocha disse que "o assessor de imprensa não faz &lt;a href="http://www.google.pt/search?q=define%3ALobby&amp;btnG=Pesquisar&amp;amp;hl=pt-PT"&gt;lóbi&lt;/a&gt;". Mas quando ele disse isto, o professor João Paulo Meneses contestou defendendo que um assessor faz, sem dúvida, lóbi. Isto porque se tenta influenciar certas decisões em detrimento de interesses privados e profissionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na verdade, sendo esta uma actividade desregulamentada, cada um pode escolher a melhor forma de alcançar os seus objectivos.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18226186-113775311853005702?l=resumoestrategias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resumoestrategias.blogspot.com/feeds/113775311853005702/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18226186&amp;postID=113775311853005702' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18226186/posts/default/113775311853005702'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18226186/posts/default/113775311853005702'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resumoestrategias.blogspot.com/2006/01/aula-n-10-assessoria-de-imprensa.html' title='Aula nº 10 - A assessoria de imprensa segundo Rafael Alves Rocha'/><author><name>Marta Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12291120473094430073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18226186.post-113621429921023112</id><published>2006-01-02T14:55:00.000Z</published><updated>2006-03-24T09:17:14.793Z</updated><title type='text'>Aula nº 9 - Assessoria de imprensa</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;O assessor de imprensa é parte integrante da &lt;a href="http://www.pmelink.pt/pmelink_public/EC/0,1655,1005_18187-3_41097--View_429,00.html"&gt;estratégia de comunicação&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A visão pura e inocente do assessor de imprensa é que ele apenas transmite a mensagem e não está envolvido na estratégia. Mas esta visão não é actual. Pelo contrário, o assessor é parte integrante da estratégia e não apenas o seu difusor. Cada vez mais, o assessor sabe tudo o que se passa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sendo indiscutível a importância do jornalismo para a credibilidade da mensagem de relações públicas, é aos jornalistas que se recorre.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O jornalismo é o campo de recrutamento preferencial dos assessores de imprensa.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Um antigo jornalista, agora assessor de imprensa, sabe o que os antigos colegas de trabalho procuram e, por isso, cria mais facilmente mensagens apropriadas ao jornalismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o &lt;a href="http://www.ics.pt/verfs.php?fscod=133&amp;lang=pt"&gt;Estatuto do Jornalista &lt;/a&gt;(artigo nº 3), o jornalismo é incompatível quando exercido em simultâneo.Ou seja, uma pessoa não pode exercer, ao mesmo tempo, a profissão de jornalista e de assessor de imprensa. O Estatuto do Jornalista &lt;strong&gt;não permite acumulação&lt;/strong&gt;. Isto também coloca problemas éticos porque uma pessoa que trabalhe como assessor de imprensa de determinado político, pode não se sentir à vontade ou sentir-se privilegiado ao entrvistá-lo como jornalista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim como a lei não permite acumulação, também devia ser exigido um &lt;strong&gt;período de quarentena&lt;/strong&gt; para que um assessor de imprensa voltasse a exercer a profissão de jornalista.&lt;br /&gt;O período de quarentena é opcional mas, normalmente, cada jornalista cria o seu.&lt;br /&gt;A maior parte dos órgãos de comunicação criam, eles próprios, um período de quarentena aos seus jornalistas que foram assessores de imprensa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O lugar de assessor é um &lt;strong&gt;lugar de confiança pessoal&lt;/strong&gt;, principalmente na política.&lt;br /&gt;Os políticos escolhem para seus assessores os jornalistas com quem têm mais proximidade e isto cria logo um certo comprometimento para o jornalista. Este passa a depender diariamente da confiança do político e esta situação é muito precária já que, a qualquer momento, o assessor pode ser substituído.&lt;br /&gt;A confiança e a precariedade condicionam a actividade do assessor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O assessor tem de fazer o que lhe é mandado, mas que pode não coincidir com o que pensa. No entanto, se não o fizer é despedido. O assessor está na mão do patrão.&lt;br /&gt;Este problema não se coloca no caso das empresas. O &lt;strong&gt;empresário pode contratar a longo prazo&lt;/strong&gt; e os assessores podem integrar os quadros da empresa.&lt;br /&gt;Aqui não há o problema da precariedade, há uma garantia de trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas para poupar dinheiro, a maior parte das empresas não contrata a longo prazo. Contrata sim, em &lt;a href="http://www.pmelink.pt/pmelink_public/EC/0,1655,1005_5051-3_41097--View_429,00.html"&gt;&lt;strong&gt;outsourcing&lt;/strong&gt; &lt;/a&gt;(contratação externa de serviços), assessores de imprensa que trabalham em empresas de relações públicas. Assim, além de ter o assessor de imprensa a trabalhar para si, a empresa tem também à sua disposição todos os outros serviços da empresa de relações públicas. A política não pode contratar em outsourcing, é obrigada a contratar individualmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os jornalistas não estão preparados para perceber que estão a ser alvo de uma estratégia de comunicação. Muitas vezes, os interesses dos assessores/protagonistas não coincidem com os interesses dos jornalistas. Muito raramente, o dono da mensagem e o jornalista partilham o mesmo objectivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há três &lt;strong&gt;formas de um assessor/protagonista conseguir passar a sua mensagem no jornalismo&lt;/strong&gt; (de convencer o jornalista):&lt;br /&gt;1- O protagonista cria factos que são realmente notícia, que têm valor mediático;&lt;br /&gt;2- A estratégia passa por criar determinadas situações que obrigam os jornalistas a não ignorar. A mensagem é forte e obriga o jornalista a aderir;&lt;br /&gt;3- Pela via financeira. Pode-se seduzir os jornalistas com prendas e viagens ou pagando a um jornalista para se obter resultados directos. Esta segunda forma de sedução é corrupção, é crime.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Link de interesse:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Assessoria_de_imprensa"&gt;Assessoria de imprensa &lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18226186-113621429921023112?l=resumoestrategias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resumoestrategias.blogspot.com/feeds/113621429921023112/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18226186&amp;postID=113621429921023112' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18226186/posts/default/113621429921023112'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18226186/posts/default/113621429921023112'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resumoestrategias.blogspot.com/2006/01/aula-n-9-assessoria-de-imprensa.html' title='Aula nº 9 - Assessoria de imprensa'/><author><name>Marta Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12291120473094430073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18226186.post-113621367600289095</id><published>2006-01-02T14:45:00.000Z</published><updated>2006-03-24T09:39:27.260Z</updated><title type='text'>Aula nº 8 - A afirmação da mensagem através de uma estratégia de comunicação</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Quando há concorrência no mercado é necessário afirmar o produto de forma diferente. A afirmação da mensagem não pode ser feita simplesmente pela publicidade, há que tornar a mensagem mais complexa criando uma &lt;a href="http://www.pmelink.pt/pmelink_public/EC/0,1655,1005_5058-3_41102--View_429,00.html"&gt;estratégia de comunicação&lt;/a&gt;. É necessário profissionalizar a mensagem e pensar nesta como um acto profissional. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A melhor forma de chegar aos jornalistas é criar uma mensagem com valor mediático, ou seja criar uma mensagem que possa ser notícia. Por isso, as empresas de relações públicas devem ser criativas para criarem mensagens mais complexas e elaboradas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Como é delineada uma estratégia de comunicação?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;1 – O que a empresa quer.&lt;br /&gt;Detecção de objectivos e definição dos públicos-alvo.&lt;br /&gt;2 – Definição de uma ou mais ideias-chave.&lt;br /&gt;A empresa tem de definir, em conjunto com as empresas de marketing, o público-alvo a atingir e um slogan.&lt;br /&gt;3 – Definir como é que as ideias-chave vão ser transmitidas ao público-alvo.&lt;br /&gt;É fundamental escolher suportes que irão transportar essa mensagem.&lt;br /&gt;4 – Escolher os órgãos de comunicação social que vão transmitir a mensagem.&lt;br /&gt;O meio deve ser adequado ao público que a mensagem visa atingir.&lt;br /&gt;5 – Concretizar o plano (como por exemplo, organizar a festa, fazer os cartazes).&lt;br /&gt;6 – Avaliar o impacto que a estratégia teve junto do seu público. A avaliação do impacto pode ser feita de duas formas: ver quantas notícias saíram acerca do evento (forma mais barata) e/ou fazer uma sondagem (forma mais cara).&lt;br /&gt;Para diminuir os danos pode-se monitorizar o impacto da comunicação. É possível avaliar como a estratégia está a ser encarada pelo público e alterá-la no caso de não estar a ser eficaz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exemplos de estratégias da comunicação:&lt;br /&gt;- &lt;a href="http://www.josecarlosabrantes.net/detalhe.asp?id=156&amp;amp;idc=29"&gt;Publireportagem &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;- &lt;a href="http://ouve-se.blogspot.com/2005/05/jornalismo-e-publicidade.html"&gt;Mensagem com elevado potencial mediático&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Exercício&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Uma vez que a imagem de Vítor Gomes não é a melhor, é necessário que ele crie formas de ficar bem visto pelo público. Assim, será mais fácil expandir o seu negócio. Para isso, sugiro que Vítor Gomes:&lt;br /&gt;- Crie um cartão de cliente, de forma a fidelizar a clientela. Este cartão acumula pontos consoante o valor gasto no Big Bob´s (1euro = 1ponto) e, por exemplo, ao fim de 40pontos oferece-se um hambúrguer ao cliente.&lt;br /&gt;- Faça promoções diferentes todas as semanas. Numa semana pode oferecer um gelado a quem comprar dois menus.&lt;br /&gt;- Tente fazer parceria com uma empresa. O Continente, por exemplo, é uma das empresas do grupo Sonae com muito prestígio, e uma parceria com esta empresa certamente traria ao Big Bob´s mais clientes. Um cliente que fizesse compras no Continente no valor de 100euros, teria direito a um menu grátis no Big Bob´s.&lt;br /&gt;- Participe e patrocine em campanhas e eventos. Desta forma, Vítor Gomes pode ficar bem visto pelo público e aproveitar para vender os seus produtos no local.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Link de interesse:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.pmelink.pt/pmelink_public/EC/0,1655,1005_18187-3_41097--View_429,00.html"&gt;Planos de comunicação&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18226186-113621367600289095?l=resumoestrategias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resumoestrategias.blogspot.com/feeds/113621367600289095/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18226186&amp;postID=113621367600289095' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18226186/posts/default/113621367600289095'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18226186/posts/default/113621367600289095'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resumoestrategias.blogspot.com/2006/01/aula-n-8-afirmao-da-mensagem-atravs-de.html' title='Aula nº 8 - A afirmação da mensagem através de uma estratégia de comunicação'/><author><name>Marta Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12291120473094430073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18226186.post-113621309656281822</id><published>2006-01-02T14:33:00.000Z</published><updated>2006-03-24T09:49:07.953Z</updated><title type='text'>Aula nº 7 - As empresas de relações públicas em Portugal</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;No mercado existem cerca de &lt;a href="http://anpub.workmedia.pt/indice_sectores.php?expande=701"&gt;100 empresas de relações públicas&lt;/a&gt;, mas apenas 23 estão registadas na &lt;a href="http://www.apecom.pt/"&gt;APECOM&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;O facto de, em Portugal, a actividade de relações públicas não ser regulamentada provoca algumas consequências:&lt;br /&gt;- Não existe um enquadramento legal que justifique as empresas e as obrigue a inscrever em associações;&lt;br /&gt;- Existem várias denominações para a mesma actividade;&lt;br /&gt;- As empresas não são obrigadas a divulgar o seu volume de negócios e número de clientes.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por estas razões não se sabe dizer qual a empresa deste sector mais prestigiada, mas em termos de notoriedade pode-se destacar as seguintes: &lt;a href="http://www.lift.com.pt/"&gt;Bairro Alto&lt;/a&gt; (que agora alterou o nome para Lift), &lt;a href="http://www.agendasetting.pt/quefazemos.php"&gt;Agenda Setting&lt;/a&gt; (não é registada na APECOM), &lt;a href="http://www.cunhavaz.com/"&gt;Cunha Vaz e Associados&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.grupogci.net/gci.php?idCategoriaArtigo=39"&gt;Grupo GCI&lt;/a&gt; (não é associada da APECOM), &lt;a href="http://www.imago.pt/servicos.htm"&gt;Imago&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.lpmcom.pt/main.php"&gt;LPM Comunicação&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.unimagem.pt/"&gt;Unimagem&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.hillandknowlton.com/"&gt;NR Hill and Knowlton&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.pnicg.com/"&gt;Porter Novelli&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.dne.pa-net.pt/ms/dne/home.html"&gt;Weber Shandwick – D&amp;E&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.sanchiscomunicacion.com/eng/grupo/oficinas.htm"&gt;Citigate Sanchis&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Existem várias designações para a mesma profissão e cada um pode escolher o nome que quer dar àquilo que faz. Algumas das designações dadas à profissão de relações públicas são: consultoria de comunicação, marketing institucional, comunicação empresarial, assessoria de imprensa. As designações são diferentes mas o objectivo é o mesmo.&lt;br /&gt;O que não se percebe é como é que muitas empresas de relações públicas, que são especialistas em criar uma boa imagem para os outros, não o consigam fazer para si com sucesso. Isto porque muitas empresas não têm um site na Internet onde se possa consultar os serviços que oferecem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As empresas de relações públicas prestam vários serviços, tais como:&lt;br /&gt;- Assessoria de imprensa ou media relations – as empresas de relações públicas devem fazer passar uma boa imagem para os media;&lt;br /&gt;- Comunicação interna – é importante haver, dentro de uma empresa, uma boa relação com os trabalhadores;&lt;br /&gt;- Comunicação institucional – imagem das instituições;&lt;br /&gt;- Benchmarking – importar modelos do estrangeiro;&lt;br /&gt;- Media-training – é o que ensina os protagonistas a enfrentar a comunicação social;&lt;br /&gt;- Public affairs ou lobby – pretende influenciar o poder político para os interesses da empresa;&lt;br /&gt;- Produção e promoção de eventos;&lt;br /&gt;- Mecenato – ajuda a criar uma boa imagem para a empresa;&lt;br /&gt;- Marketing social – as empresas querem aparecer junto de causas sociais para criar uma boa imagem. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18226186-113621309656281822?l=resumoestrategias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resumoestrategias.blogspot.com/feeds/113621309656281822/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18226186&amp;postID=113621309656281822' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18226186/posts/default/113621309656281822'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18226186/posts/default/113621309656281822'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resumoestrategias.blogspot.com/2006/01/aula-n-7-as-empresas-de-relaes-pblicas.html' title='Aula nº 7 - As empresas de relações públicas em Portugal'/><author><name>Marta Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12291120473094430073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18226186.post-113222631132133059</id><published>2005-11-17T11:16:00.000Z</published><updated>2006-01-02T14:25:40.786Z</updated><title type='text'>Aula nº 5 - As relações públicas</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;As relações públicas “são uma técnica ideal para estabelecer o diálogo entre uma organização e os seus públicos”(1). Esta técnica pretende informar com objectividade.&lt;br /&gt;As relações públicas visam promover algo ou alguém recorrendo à intermediação, o que aumenta a credibilidade da mensagem. O grande truque das relações públicas é alguém dizer pelo próprio o que o próprio gostaria de dizer.&lt;br /&gt;Um exemplo de intermediação de relações públicas é a publireportagem (são feitas entrevistas publicitárias pagas que aparecem como reportagens). Esta tem como objectivo seduzir e convencer os leitores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As relações públicas recorrem a diversas &lt;strong&gt;ferramentas para influenciar o seu público&lt;/strong&gt;, tais como:&lt;br /&gt;- Criação de eventos – existem marcas que são facilmente noticiadas pela criação de eventos. É o caso do festival &lt;a href="http://www.musicanocoracao.pt/festivais/images/foto_superbock2005_27.jpg"&gt;SuperBock SuperRock&lt;/a&gt;;&lt;br /&gt;- Criação de uma imagem global da empresa – as empresas devem ter um logótipo ou slogan que as identifique;&lt;br /&gt;- Pesquisas de opinião – são feitas sondagens para saber as preferências do público;&lt;br /&gt;- Assessoria de imprensa;&lt;br /&gt;- Planear estratégias de comunicação;&lt;br /&gt;- Patrocínios e mecenato;&lt;br /&gt;- Comunicação de crise – tenta minimizar os impactos negativos das crises;&lt;br /&gt;- Lobby – grupo de pressão que vai tentar conseguir uma determinada decisão;&lt;br /&gt;- Comunicação interna – é necessário conquistar primeiro os funcionários da empresa para depois conquistar o público externo;&lt;br /&gt;- Marketing político.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As relações públicas, que visam criar uma boa imagem para os outros, nunca conseguiram criar uma boa imagem para si.&lt;br /&gt;A palavra relações públicas tem uma &lt;strong&gt;conotação negativa&lt;/strong&gt; e está associada ao divertimento nocturno e ao social. Isto acontece porque não há nenhuma lei específica para regulamentar a profissão de relações públicas.&lt;br /&gt;É devido a essa conotação negativa da palavra relações públicas que várias empresas mudam o nome da sua actividade para departamento de informação, marketing institucional, comunicação empresarial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Citação:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;“Relações públicas é o esforço deliberado, planificado, coeso e contínuo da alta administração para estabelecer e manter uma compreensão mútua entre uma organização pública ou privada e o seu pessoal, assim como, entre essa organização e todos os grupos aos quais está directa ou indirectamente ligada” (2).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1), (2) LAMPREIA, J. Martins, &lt;em&gt;Técnicas de Comunicação&lt;/em&gt;, Publicações Europa-América, 6ª edição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Link de interesse:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://oquesepassa.no.sapo.pt/apoio%20RP.htm"&gt;Outra definição de relações públicas &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18226186-113222631132133059?l=resumoestrategias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resumoestrategias.blogspot.com/feeds/113222631132133059/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18226186&amp;postID=113222631132133059' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18226186/posts/default/113222631132133059'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18226186/posts/default/113222631132133059'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resumoestrategias.blogspot.com/2005/11/aula-n-5-as-relaes-pblicas.html' title='Aula nº 5 - As relações públicas'/><author><name>Marta Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12291120473094430073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18226186.post-113222606649223148</id><published>2005-11-17T11:10:00.000Z</published><updated>2006-01-02T14:14:20.590Z</updated><title type='text'>Aula nº 4 - Marketing, Publicidade e Relações Públicas</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O &lt;strong&gt;marketing&lt;/strong&gt; é um conjunto de técnicas que ajudam a vender determinado produto perante a concorrência. Para fazermos marketing devemos estar convencidos que o nosso produto se pode destacar no mercado.&lt;br /&gt;Paulo José Cunha afirma que “Jesus Cristo foi o cara que melhor utilizou o marketing”. Isto porque o homem sempre teve necessidade de comunicar para convencer os outros das suas ideias e vender o seu produto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nenhum produto se vende sozinho, principalmente num mercado onde a concorrência é cada vez maior. Por isso, as mensagens, para se destacarem das suas concorrentes, lutam pelo &lt;strong&gt;espaço mediático&lt;/strong&gt; (espaço limitado onde as mensagens são analisadas jornalisticamente).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As técnicas de marketing mais conhecidas são a &lt;strong&gt;publicidade&lt;/strong&gt; e as &lt;strong&gt;relações públicas&lt;/strong&gt;. Ambas lutam pela conquista do espaço mediático, mas de forma diferente.&lt;br /&gt;Na publicidade as qualidades do produto são afirmadas pelo próprio e, por isso, há um grave problema de credibilidade.&lt;br /&gt;As relações públicas têm o mesmo objectivo da publicidade mas as qualidades do produto são ditas por outro, o que confere um impacto e uma credibilidade maiores à mensagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabendo o problema de credibilidade que tem, a publicidade procura a &lt;strong&gt;intermediação&lt;/strong&gt; das suas mensagens (recurso a figuras públicas para representar determinado produto). Mas nem sempre há intermediação possível e, quando assim é, a publicidade recorre ao &lt;strong&gt;product placement&lt;/strong&gt; (um produto é colocado em cena em filmes ou telenovelas).&lt;br /&gt;A publicidade pode também recorrer ao &lt;strong&gt;choque e ao humor&lt;/strong&gt; para captar a atenção a se tentar impor.&lt;br /&gt;Uma outra forma da publicidade transmitir a sua mensagem é através do &lt;strong&gt;boca-a-boca&lt;/strong&gt;. Esta é a forma mais credível de transmitir uma mensagem já que esta é espalhada por outras pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Citação:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;“Publicidade é a comunicação paga, feita pelos indivíduos, empresas ou organizações através dos diversos meios, com o objectivo de promover vendas ou divulgar ideias, identificando-se publicamente como autores dessa comunicação”.&lt;br /&gt;LAMPREIA, J. Martins, &lt;em&gt;Técnicas de Comunicação&lt;/em&gt;, Publicações Europa-América, 6ª edição&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Link de interesse:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="https://tdi.tagus.ist.utl.pt/portal/article.php?sid=1381&amp;mode=thread&amp;amp;amp;amp;order=0&amp;amp;thold=0"&gt;O marketing em 10 lições&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18226186-113222606649223148?l=resumoestrategias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resumoestrategias.blogspot.com/feeds/113222606649223148/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18226186&amp;postID=113222606649223148' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18226186/posts/default/113222606649223148'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18226186/posts/default/113222606649223148'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resumoestrategias.blogspot.com/2005/11/aula-n-4-marketing-publicidade-e.html' title='Aula nº 4 - Marketing, Publicidade e Relações Públicas'/><author><name>Marta Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12291120473094430073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18226186.post-113015373834981364</id><published>2005-10-24T12:23:00.000+01:00</published><updated>2005-10-24T12:38:52.673+01:00</updated><title type='text'>Regras de orientação do blogue</title><content type='html'>Para orientar os alunos a utilizar o seu blog devem ser tidas em atenção &lt;a href="http://estrategias.blogsome.com/algumas-regras-para-funcionamento-pedagogico/"&gt;algumas regras&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;O blog criado em Estratégias da Comunicação tem fins pedagógicos e didácticos e deve acompanhar a evolução da matéria.&lt;br /&gt;No blog do docente serão registados os blogs dos alunos para que docentes e alunos acompanhem as actualizações.&lt;br /&gt;O trabalho individual será analisado regularmente pelo docente, mas os blogs não necessitam de ser actualizados semanalmente.&lt;br /&gt;Os alunos podem mudar fisicamente o seu blog.&lt;br /&gt;Cada blog deve ter um endereço de email por contacto.&lt;br /&gt;O blog pode conter, no espaço de comentários, perguntas que não tenham sido feitas na aula.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18226186-113015373834981364?l=resumoestrategias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://resumoestrategias.blogspot.com/feeds/113015373834981364/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18226186&amp;postID=113015373834981364' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18226186/posts/default/113015373834981364'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18226186/posts/default/113015373834981364'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://resumoestrategias.blogspot.com/2005/10/regras-de-orientao-do-blogue.html' title='Regras de orientação do blogue'/><author><name>Marta Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12291120473094430073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
